Peladão e debate sobre Cuba e socialismo

Salve salve!

PELADÃO DO LEVANTE (vôlei e futsal)
Já tá marcada a Quadra II do CEFET para o próximo sábado (19/04), a partir das 9h até as 13h!!

Compareçam!

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III DEBATE SEMANAL

Na próxima quarta-feira (05/03, 17h) no Mini-auditório do CEFET, haverá o próximo debate
do Levante, e o tema já está dado:

CUBA

As circunstâncias que caracterizam o regime socialista da Ilha,
seu papel no cenário internacional, legado de Fidel Castro e o futuro

Venham debater conosco e compartilhar aprendizados!

Àqueles que desconhecem características de Cuba,
oferemos um texto-base neste blog (clique e leia)


O debate é aberto a todos os interessados de quaisquer visões políticas.

Saudações!!!

Peladão e debate sobre Cuba e socialismo

Salve salve!

PELADÃO DO LEVANTE (vôlei e futsal)
Já tá marcado o ginásio para o próximo sábado, a partir das 9h até as 13h!!


Compareçam!

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III DEBATE SEMANAL

Na próxima quarta-feira (05/03), haverá o próximo debate do Levante!
E o tema já está dado:
CUBA

As circunstâncias que caracterizam o regime socialista da Ilha,
seu papel no cenário internacional, legado de Fidel Castro e o futuro

Venham debater conosco e compartilhar aprendizados!

Àqueles que desconhecem características de Cuba,
oferemos um texto-base neste blog (clique e leia)


O debate é aberto a todos os interessados de quaisquer visões políticas.

Saudações!!!

DEBATENDO A UNIVERSIDADE


Participe do debate
Universidade Pública: Qualidade do Ensino e Ampliação de Vagas

no Grêmio do CEFET, quarta-feira (27/02), às 17h

A falta de recursos, a precarização do ensino e as alternativas em debate para melhorar o ensino universitário no Brasil. Debateremos tudo isso e muito mais. Compareça e chame seus amigos!

Saudações vermelhas!

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ATENÇÃO

Confira a nova seção do blog, aberta a curiosidades e novos aprendizados
sobre o modo como socialismo foi discutido e implantado em alguns países

Primeira edição
ENTENDENDO CUBA
A História e os altos e baixos da gestão socialista, com Fidel à frente

Em breve
União Soviética, China, Venezuela

Saudações!

Entendendo Cuba



História e revoluções

A história de Cuba é um dos maiores relatos de combate à exploração que conhecemos, e cujas conquistas têm-se mantido vivas. Já no século XIX, Cuba enfrentou uma das maiores lutas pela libertação do domínio espanhol, batalhas que consagraram José Martí como herói nacional e culminou na vitória de Cuba com o apoio norte-americano.

Esse apoio, porém, logo se transformaria na nova face da opressão. Poucas décadas depois da independência, Cuba não passava de um grande cassino dos Estados Unidos, uma ilha onde o único funcionário bem pago era o crupiê (empregado que trabalha as cartas no jogo de pôquer), o índice de abortos era altíssimo, acompanhando o alto número de prostitutas, quase não havia médico e a educação era privilégio de uma minoria residente em Havana, capital do país.

No contexto dos anos 1950, com a ascenção do golpista e ditador Fulgêncio Baptista, um grupo de jovens liderados por Fidel Castro, filho de latifundiários e que, até então, desfrutava de extremo conforto em meio à miséria que predominava na ilha, organizaram um movimento de derrubada do governo. Após tentativas fracassadas de tomada do poder e de um exílio de cinco anos no México, onde Fidel conheceria Ernesto "Che" Guevara, o retorno dos guerrilheiros à Ilha, no primeiro dia de 1959, com apoio do Partido Comunista e das rádios piratas convocando o povo à greve geral, seria triunfal. O exército rebelde desfilou pelas ruas de Havana e tomaria, sem derramamento de sangue, o palácio presidencial.

A afirmação do socialismo cubano

Com o poder em mãos, os dirigentes revolucionários trataram de moldar o país às necessidades do povo. Expropriaram indústrias e latifúndios, que passaram a ser propriedade do Estado, o que representaria propriedade do povo cubano. Em represália, os Estados Unidos, que perderam propriedades em Cuba, cortaram todo o comércio que mantinham com a Ilha, o que levou o governo cubano a se aproximar da União Soviética e do marxismo.

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Fidel Castro em discurso ao povo cubano


O episódio da Crise dos Mísseis, que envolveu diretamente o regime cubano no jogo de cartas da Guerra Fria, é um dos mais controversos e menos esclarecidos. Freqüentemente se é levada em conta a tese de que União Soviética e Cuba apresentaram espontaneamente uma postura agressiva, sendo posto mísseis com ogivas nucleares neste país com apontamento direto a Whashington. Ignora-se, porém, que essa atitude foi uma resposta à posição de ogivas norte-americanas na Turquia, direcionadas a Moscou. A crise somente se resolveria após o passo atrás que o governo de John Kennedy promoveu, retirando seus mísseis de terras turcas, o que gerou uma divisão na cúpula norte-americana, e, possivelmente, foi um dos fatores que levaram à conspiração que mataria o presidente ianque.

Durante os anos 1960 e 1970, Cuba ofereceu asilo político e treinamento de guerrilha para vários militantes latino-americanos que encamparam a luta armada na tentativa de derrubar ditaduras instaladas nesses países. Esse apoio se deu também a países africanos: o caso mais clássico é a oferta de soldados cubanos para lutarem no Movimento Popular pela Libertação de Angola, que levaria a ascenção do primeiro regime socialista na África após a expulsão dos exploradores americanos e europeus. Che Guevara, que fora Ministro da Indústria de Cuba até meados dos anos 1960, seria um dos combatentes de várias guerrilhas no Congo, na Argentina e na Bolívia, onde foi, enfim, capturado, em 1967. Após o fuzilamento, sua cabeça foi exposta em praça pública, o que causou extrema comoção popular, uma vez que o semblante de Che, barbado e cabeludo, lembrava aos bolivianos do martírio de Jesus Cristo. Seus restos mortais somente foram encontrados em 1997, debaixo duma ponte, e levados a Cuba.

A nova fase da Revolução e a saída de Fidel

Com a implosão da União Soviética, em 1991, o regime cubano se viu politicamente enfraquecido e carente de recursos. As frentes de guerrilha no continente já haviam refreado, uma vez que os governos de exceção haviam caído e democracias liberais eram implantadas. As conquistas cubanas, porém, permaneciam sem paralelo nos demais países desenvolvidos ou em desenvolvimento nas Américas: Cuba permanecia sendo o único país a erradicar o analfabetismo, a garantir o abrigo para todos, a encampar a maior campanha de igualdade dos gêneros sexuais e a fornecer o melhor sistema de saúde público a seu povo. A crise econômica, no entanto, levou o país a abrir parte de sua economia a negócios privados, embora mantendo a gestão estatal, como o Turismo (o sistema hoteleiro cubano é gerido por militares).

Com a subida de Hugo Chávez ao poder na Venezuela, em 1998, a América do Sul deu um novo passo na luta contra o imperialismo norte-americano. Sendo a Venezuela um dos maiores produtores de petróleo da OPEP, o país pôde financiar movimentos populares internos e oferecer apoio econômico a aliados políticos, além de promover uma intensa campanha em favor da Revolução Bolivariana e, posteriormente, pela construção do socialismo venezuelano, nos moldes do século XXI, não seguindo exatamente a linha marxista, embora com apoio do Partido Comunista. Com o auxílio venezuelano, Cuba viu novo fôlego para alimentar o seu crescimento, já recuperado da crise dos primeiros anos pós-URSS. O modelo educacional cubano, inclusive, foi responsável pela erradicação do analfabetismo na Venezuela de Chávez.


Fidel e Chávez, com retrato de Simon Bolívar ao fundo


Com o anúncio de sua saída do cargo efetivo de Presidente do Conselho de Ministros do país e de Comandante-em-Chefe das Forças Armadas, Fidel Castro despede-se de seu papel como chefe de estado e de governo com um dos maiores legados políticos de sua geração. Cuba mantém-se com índices sociais no nível dos maiores países desenvolvidos, além de permanecer como baluarte dos movimentos de esquerda no seu continente. Após passar os primeiros anos de poder num contexto extremamente prejudicial para qualquer postura de libertação, que foram os duros anos 1970, Fidel deixa-o observando no continente uma fase de otimismo e de efervescente luta anti-imperialista, com governos de esquerda ou centro-esquerda na Venezuela, Bolívia (Evo Morales), Equador (Rafael Correa), Brasil (Lula), Chile (Michele Bachelet), Uruguai (Tabaré Vasquez), Argentina (Nestor e Cristina Kirchner) e Nicarágua (Daniel Ortega). Ventos de libertação que sopram também no Paraguai (onde o candidato Fernando Lugo tem nítida preferência popular) e até mesmo nos Estados Unidos, onde um candidato negro e de descência árabe, Barack Obama, pela primeira vez desponta com possibilidades de vitória. Embora seja uma figura que mantenha ligações com a direita, é uma grande conquista em observando a realidade desse país.

O futuro

No domingo, 24 de fevereiro último, Raúl Castro Ruz, irmão mais novo de Fidel, foi nomeado novo mandatário da nação cubana, com o objetivo de oferecer mudanças na economia com vistas a favorecer o povo cubano e manter as conquistas revolucionárias. Há de se levar em conta, entretanto, que estas mudanças não são aquelas que difundem a cartilha norte-americana e da mídia burguesa e reacionária. O socialismo cubano mantém firme defesa da Revolução e seu povo tem plena consciência do papel opressor que os Estados Unidos esperam promover na Ilha, como o fazem em todo território sob seu domínio.

A passagem de poder de Fidel para Raúl, sem que fosse sequer discutida a possibilidade de intervenção americana, é o maior sinal de que o regime em Cuba tem força própria. Foi com timidez que George Bush reagiu à notícia, a despeito de sua agressividade quando falava de Saddam Hussein. Bush bem sabe, é claro, que não pode fazer nada aos cubanos. Aquele pedaço de terra representa para milhões muito mais do que pode imaginar sua cúpula governista ou a mente restrita e senil dos repórteres brasileiros de direita.

Não é de hoje que a luta contra os Estados Unidos está na ordem do dia em Cuba. Logo após a sua independência política da Espanha, em 1889, o general Máximo Gomez, assinalou a meta a ser conquista a partir dali: "De agora em diante, os cubanos devem unir-se e trabalhar para que a ocupação militar americana chegue ao fim". A burguesia americana, na sua pequenez, foi obrigada a aceitar da forma mais salgada essa pioneira resolução de um povo latino-americano questionando o seu domínio.


GALERIA


Che Guevara e Camilo Cienfuegos: dois heróis da Revolução falecidos poucos anos após a tomada do poder (Cienfuegos morreria num desastre aéreo ainda nos anos 1960)

Che Guevara, Ministro da Indústria em incansável trabalho manual



Fidel Castro, Raul Castro (atual presidente) e Che Guevara


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Foram 49 anos, dez presidente norte-americanos, milhões de dólares deste país gastos em espionagem, outros milhões em propaganda ideológica anticubana no mundo todo e mais outros milhões no financiamento da vida de gala de cubanos residentes em Miami -
e o regime socialista da Ilha persiste. Agora, mais firme do que nunca.


MANIFESTO DO LEVANTE!

Por séculos a miséria e a injustiça vêm se abatendo sobre nosso país. São milhões de brasileiros os que vivem à margem, destituídos das condições básicas de sobrevivência, negligenciados em seus direitos elementares e violentados em sua dignidade. Milhões de brasileiros que com suas vidas e sonhos, ao longo de toda nossa história construíram uma nação rica e gigantesca, e que no entanto vêm sendo paulatinamente excluídos do acesso à riqueza que produziram.

Indignados, presenciamos a realidade de nossa juventude, morrendo aos milhares, vítima da violência sem limites que assola sobretudo a população mais pobre dos grandes centros urbanos; o drama da desnutrição e do abondono no semi-árido de nosso nordeste; a falta de emprego e a precariedade das condições de ensino e aprendizagem nas escolas e universidades públicas.

Inconformados, assistimos à grande mídia que impõe o consumo como padrão de valor e comportamento. Assistimos à construção de uma sociedade onde a solidariedade não tem vez e a esperança nos é negada, tornando-se cada vez mais rara. Onde a competição e o individualismo são propagandeados como solução para nossos problemas. Onde o ser humano se torna progressivamente mais egoísta e embrutecido. Assistimos, e resistimos. Resistimos e dizemos não!

Desde as Capitanias Hereditárias, as elites tentam nos convencer de que somos um povo dócil e servil. Que a abolição seria impossível, assim como a república. Que as mulheres não poderiam votar ou que jamais derrubaríamos uma ditadura ou deporíamos um presidente. Mas nós rejeitamos esse fado, negamo-nos à servidão e escrevemos nossa própria história. Dessa recusa, surgiram nossos quilombos, cabanagens, balaiadas e levantes. Dela surgiram os abolicionistas, a Guerrilha do Araguaia e seus heróis, as Diretas e os caras pintadas.

Recusamo-nos a permancer deitados eternamente e nos levantamos. Camarada, Levante!

O Brasil que nós queremos só é possível construir com muita luta e com novas posturas. Seu surgimento depende de nossa ação cotidiana nas escolas e universidades, na lavoura, no estágio e nas fábricas. É o país da solidariedade e da inclusão, do acesso e da democracia. Ele é o Brasil socialista.

Nossa época é marcada por uma concentração de riquesas nunca antes vista. O avanço do imperialismo ianque tem levado o mundo a guerras insanas e ao aprofundamento das desigualdades e do antagonismo entre países ricos e pobres, entre a classe trabalhadora e as elites.

Vivemos num mundo de angústias e esperanças, de tirania e luta. Ao passo em que a política imperialista se torna mais belicosa e agressiva, fortalece-se a resistência popular em todo o mundo. A cada disparo em solo iraquiano, novas vozes clamam paz. A América Latina se levanta e reage a décadas de colonialismo. O neoliberalismo é rechaçado continuamente pelos povos latino americanos, que através das urnas, tomam rumo à esquerda.

Hugo Chavez e Evo Morales são exemplos desse novo momento, onde as nações latino-americanas buscam afirmar sua soberania. A ALCA vem sendo barrada progressivamente. As tentativas de golpe são rechaçadas e cada vez mais países dizem não ao império. Neste cenário, o Brasil surge com destaque.

A eleição de Lula a presidente marcou o início de uma nova fase no enfrentamento ao extremismo liberal responsável pelo desmonte do estado nacional e pela massacrante degradação da qualidade de vida de nosso povo. Este marco também ajudou a fundar as bases da nova correlação de forças na América Latina. Lançadas essas bases, não cabe aos movimentos sociais e organizações políticas o papel de espectantes da disputa pelos rumos nacionais.

Os movimentos sociais e partidos ou correntes da esquerda têm papel central na luta progressista. Cabe a eles mobilizar o povo por mudanças mais profundas, criando as condições políticas e sociais necessárias para que se concretize amplamente o programa de desenvolvimento nacional, vitorioso nas últimas eleições. Do sucesso desse programa depende o presente e o futuro de nossa geração, que vive cercada pela miséria e desesperança, ameaçada pelo desemprego e pelas guerras.

A mudança revolucionária de que o país carece, só pode ocorrer se feita pelo povo. É, com efeito, ao povo que os revolucionários devem se voltar, e dele que eles devem surgir. Nesse caminho, surge o Levante! Por mais que proclamem o fim da história e o fracasso do ser humano, insistimos na superação do velho e caduco capitalismo. Há séculos, lutamos nos quilombos, nas selvas, nas praças e ruas do Brasil. Nos chamamos Zumbi, Tiradentes, Castro Alves, Praxedes, Osvaldão, Amazonas, Honestino – temos milhões de nomes. Enfrentamos as trevas da tirania, da guerra e da exploração capitalista – sem jamais perdermos a ternura. Muito sofremos e aprendemos. Calejados e sempre esperançosos, aqui estamos. Sabemos de onde viemos e pra onde vamos. A tirania tentou nos derrubar. Estamos de pé! Assim permaneçamos!


Manifesto apresentado na plenária de fundação do Levante!

TIRA DÚVIDAS: Postagem em eterna construção

1- Onde está o LEVANTE?

Atualmente, o Levante tem como centro de formação e atuação o CEFET-RN, mas a meta de levar a organização para outras escolas, universidades e outros campos de atuação já está sendo encampado. Atualmente, o Levante tem filiados no CEFET, na UFRN, na UERN, no CEI e no Marista, além de filiados avulsos, que estão temporariamente fora de alguma instituição de ensino ou emprego.

2- Quem faz parte do LEVANTE? Quantos são?
A grande maioria dos membros do Levante são estudantes, mas isso não impede que não-estudantes integrem-se à organização. Apenas denota nossa prioridade, que é o protagonismo no movimento estudantil.

O Levante tem, hoje, cerca de 60 filiados. Mas esse número tá em constante elevação.

3- Como posso me filiar ao Levante?
Participe de nossas reuniões, realizadas semanalmente às 17h no CEFET-RN (geralmente no Grêmio), e lá você poderá tirar todas as dúvidas e assinar a ficha de filiação. Você também pode comentar no blog e convidar alguém do Levante a visitá-lo em sua escola. Teremos prazer em conhecê-lo!

4- Qual o compromisso que assumo ao me filiar?
O ato de filiação é simbólico, é mais uma demonstração para si mesmo do seu compromisso com a luta do que para com o Levante. De qualquer modo, a importância primordial se dá pelo caráter organizativo, afinal, com membros filiados teremos uma comunicação facilitada (tel, cel, email, MSN, escola, etc), além de criar um vínculo fraterno entre um novo filiado e aos demais membros, afinal, antes de sermos uma organização política juvenil, somos um grupo de jovens, com seus desejos, prazeres, lazer, etc. O Levante preza tanto a formação política quanto a cordialidade e amizade entre os membros.

5- Como posso saber se eu concordo com tudo que o Levante pensa?
O Levante é uma organização em permanente construção. Aquilo que defendemos é fruto de nossas discussões internas. Qualquer pessoa pode expor a sua. Em linhas gerais, o Levante defende o advento de uma macro-estrutura igualitária, socialista e livre para o Brasil, e os caminhos que nos levarão a isso somos nós que vamos aprender no campo de batalha, por assim dizer.

Portanto, se você se considera socialista ou pelo menos acredita que a sociedade, nos moldes atuais, não conseguirá suprir a miséria e a injustiça com meros discursos ou "reformas", já têm pensamentos em comum conosco!

6- Que entidades o LEVANTE dirige?
Hoje, o LEVANTE tem presença destaque, tendo inclusive o presidente em várias entidades, como, na UFRN, o CA de História (cujo presidente é Thiago Gladys) e o CA de Fisioterapia (Heloísa Maria é coordenadora-geral) e, no CEFET, o CA de Geografia (sendo o presidente Leon Karlos) e o CA de Recursos Naturais (Suan Cortez presidente), além da Empresa CEFET JR (presidente Armênio Britto), que atua prioritariamente na área estratégica e empresarial e, como entidade principal, o Grêmio dessa escola (presidente Pollyana Andrade).